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terça-feira, 24 de junho de 2014

É TEMPO DE SÃO JOÃO -01 - Pout-pourri (Pula a fogueira) - Músicas de FESTA JUNINA (Quadrilhas)

   

História da Festa Junina e tradições

Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões
desenho festa junina  

Origem da Festa Junina 
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
 Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.  
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenasafro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.  
Festas Juninas no Nordeste 
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas. 
Comidas típicas 
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais. 
Tradições 
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.


cícera maria

quinta-feira, 30 de maio de 2013

COLÓQUIO ESCOLAS SUSTENTÁVEIS

Olá queridos leitores!

O tema JORNADA DA SUSTENTABILIDADE ESCOLA ABERTA - CEBS, continua. 

Aquilo que começou com a viagem ao fim do mundo que os professores fizeram A JORNADA NA ESTRELA e em seguida a exposição no CONSULADO DA ARGENTINA e ao mesmo tempo, a exposição no evento do Escola Aberta,(JORNADA DA SUSTENTABILIDADE ESCOLA ABERTA - CEBS), quando tivemos a participação de Empresas com ações em defesa do meio ambiente, continuou com o reconhecimento da SEEDUC e outros órgãos ligados a Educação Ambiental.
O CEBS não é ainda uma escola com "selo" de Escola Sustentável, mas por tudo que já fez e ainda está fazendo nesse âmbito, é reconhecidamente uma Escola Sustentável. 
O Colégio então foi convidado a participar de um Colóquio sobre ESCOLAS SUSTENTÁVEIS, na pessoa da Diretora NEIDE que participou do colóquio como uma das palestrantes para falar das ações do CEBS em prol da sustentabilidade. Junto com ela também foram os professores da JORNADA NA ESTRELA  e euzinha, a COORDENADORA DO PROGRAMA ESCOLA ABERTA - CEBS. 

Outra escola foi convidada também, C.E. Erich Walter Heime, que foi construída exatamente para ser a ESCOLA SUSTENTÁVEL, desde sua estrutura física até o pessoal que lá trabalha, como os professores que atuam em regime de 30 horas, oferecendo aos alunos atendimento integral; diferente do CEBS que construiu por exemplo um reservatório que capta água da chuva, construiu um sistema de aquecimento solar que proporciona banho quente para os alunos, horta etc, a escola C.E.Walter Heime, foi construída já com tudo isso e mais ainda, segundo informações do seu diretor, a sua arquitetura foi feita de forma a proporcionar um melhor aproveitamento da luz solar, do ar, economizando o uso de energia elétrica com ar condicionados e lâmpadas. 
Não importa dizer qual é a melhor, mas o que pode oferecer ao seu público, os alunos. 
Será que esse tipo de ensino ( integral, com vistas ao ensino do bom uso dos recursos do meio ambiente- escola sustentável-) poderá mesmo ser oferecida a todos os brasileiros e brasileiras?

Veja abaixo alguns pontos do que foi discutido lá.


GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO/SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
COLÓQUIO ESCOLAS SUSTENTÁVEIS.

 Programação:

MESA DE ABERTURA


Carlos Minc - Secretaria de Estado de Meio Ambiente

Antonio José de Paiva Neto - Subsecretário de Gestão da Rede de Ensino da SEEDUC
José Vicente Freitas - Ministério do GIEA.

COLÓQUIO 1

Escolas como Espaço Educador Sustentável: As Três vertentes - Espaços Físicos, Gestão Democrática e Currículo Integrado.


 MODERAÇÃO: GIEA

José Vicente Freitas - Coordenador Geral de Educação Ambiental do MEC

Luciene Pimentel - Faculdade de Engenharia da UERJ e Especialista em Ecotécnicas.
Inês Barbosa- UERJ e especialista em Currículos
Jaílson Alves dos Santos -  Diretor da Escola de Gestores Educacionais da Faculdade de Educação da UFRJ

COLÓQUIO 2

MODERAÇÃO: GIEA


Jaqueline Guerreiro - Rede de Educação Ambiental do Rio de Janeiro (REARJ)
Celso Sanches - UNIRIO e Grupo de Estudos em Educação Ambiental Desde el Sul
Rodrigo Lamosa - UFRJ e diretor do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação de Duque de Caxias
Valnei Alexandre da Fonseca - Diretor do Colégio Estadual ErichWalter   Heine
Neide Aparecida - Diretora do Colégio Estadual Brigadeiro Schorcht

GIEA
Grupo Interdisciplinar de Educação Ambiental

O grupo Interdisciplinar de Educação Ambiental (GIEA), criado pela LEI 3325/99, tem por finalidade:


  • Definir as diretrizes para a implementação da Política Estadual Ambiental
  • Sistematizar e divulgar as diretrizes definidas, garantida a ampla participação social e comunitárias;
  • Estimular, acompanhar e avaliar a PEEA, bem como fortalecer a sua implementação;
  • Dimensionar recursos necessários aos programas e projetos de Educação Ambiental (EA);
  • Fomentar parcerias entre instituições educacionais, empresas públicas e privadas, entidades de classe, lideranças comunitárias e demais entidades que tenham interesse na área de EA, inclusive promovendo a captação de recursos destinados ao financiamento de planos, projetos e programas de EA.
  • Promover o acompanhamento e a divulgação dos programas e projetos EA em execução no Estado
  • Promover eventos e espaços para discussões sobre EA.

COLÓQUIO ESCOLAS SUSTENTÁVEIS

MEC -> Lei -> Compromissos -> processo em todas as modalidades de ensino.

-> SISTEMA BRASILEIRO DE ENSINO - > 54 milhões de crianças matriculadas. Criar estratégias para falar sobre sustentabilidade.
->Animar a discussão sobre Escolas Sustentáveis; Educação Ambiental faz parte do currículo;
FOCO-> Trabalhar com crianças do Ensino Fundamental I e II e também Ensino Médio;

DIFICULDADE

Tema complexo - > Escola Sustentável ] O que é?

A Infraestrutura acaba  por trabalhar contra a consciência ambiental por serem muitas vezes construídas há mais de 30 anos;

DESAFIOS

Muito exercício, criatividade;

ECOTÉCNICAS - > Conjunto de ações de atividades que envolve pessoas num pensamento da sustentabilidade minimizando o impacto das ações no ambiente.

TELHADO VERDE - PROJETO HIDROCIDADES - RESERVATÓRIO E SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS;

A ideia é de formar jovens para que esses ensinem a outros jovens;

Política de Estado para dar Continuidade ao Projeto, precisa de alguns movimentos:
  • 1º movimento - > olhar para trás e perceber o que já se teve sobre o assunto
  • 2º movimento -> encontrar materiais produzidos, os verbetes que seriam como norteadores dos caminhos a serem seguidos.
LIVRO EDITADO EM 2005 -> ENCONTROS E CAMINHOS são alguns informes sobre o tema. Fala de um TRILHA DA VIDA -> possibilidade de aproveitar toda estrutura educadora;

ESPAÇOS EDUCACIONAIS SUSTENTÁVEIS
  • Escola Sustentável
  • Conceito como referência, ponto de partida
  • Cada escola parte do princípio de que escola sustentável e aquela em que na sua rotina pedagógica ela faz esforço para cultura da sustentabilidade.
SÃO TRÊS DIMENSÕES:

-> Espaço Físico
-> Gestão
-> Currículo

O Espaço Físico - > Acolhe em sua estrutura física aos assuntos relacionados à educação ambiental;
Gestão -> Escolhida democraticamente;
Currículo - Matriz Curricular -> Diretrizes principais - NOÇÃO- Tem que ser dado pelas pessoas do local. A porta da entrada não importa. Deve-se respeitar a particularidade do local; Ter Criatividade.

Ecotécnicas { Projeto Hidrocidades
Telhados Verdes - reservatório de captação das águas da chuva;

Há limitações para implantação das ecotécnicas:
  • Uso de materiais convencionais;
  • Mão de obras para implantar as novas técnicas;
  • Quebra de PARADÍGMAS;
  • As boas ideias devem ser bem orientado;
  • O custo também pode ser um empecilho;
  • operacionalidade também é outra dificuldade.
As Ecotécnicas devem ser aproveitadas pelos atores das escolas, demanda também conhecimento do assunto.

-> Questões culturais, pois algumas vezes, as pessoas não aceitam por exemplo um projeto de pavimentação sustentável, pois pensam que se está sendo implantado lá, é porque não presta.

  • Currículo integrado;
  • Organização Curricular dominante;
  • Fragmentar conhecimento da organização do currículo
  • Perspectiva Científica excessivo tecnicista e disciplinarista 
  • Dificuldade de diálogo

 DIAGNOSTICANDO OS PROBLEMAS E PENSANDO SOLUÇÕES.

-> Fragmentações Curriculares e Conhecimento em Rede - A Integração já existe entre as escolas e o tema;

-> Conteúdos como meios e não como fins
Pensando a potencialização do ue tem sido bom para além do "formato".

  • A Tessitura do Conhecimento em Rede e Integração Curricular


  •  Dialogando com concepção dominante sobre como se cria o conhecimento, na qual se baseia a organização curricular;
  • As redes de conhecimento se tecem a partir de todas as experiências que vivemos, de todos os modos como nos inserimos no mundo a nossa volta;
  • Não tem previsibilidade nem obrigatoriedade;
  • Não podem se controladas pelos processos formais.

 A questão da Fragmentação.
A questão da hierarquia entre saberes e o currículo integrado.

O que é mais importante entre as disciplinas? Importante para quem? Que cidadão o país quer formar e para quê?

A vida cotidiana para além das regras, aprendendo com as práticas;


  • Incorpora no cotidiano escolar para além do que estão na norma, abrindo diálogo, as experiências, saberes e possibilidades;
  • Pensar como emergir do silêncio a teoria curricular e na vida cotidiana;

-> As escolas não estão em bom estado físico;
-> A escola ainda não é para todos
-> Em algumas a infraestrutura  é inexistente
-> Dificuldade de estruturar
-> Falta de água potável
-> Falta de energia elétrica

Mudaram as políticas públicas, mas os problemas ainda são os mesmos ou piores.


  • Meta para professores exitem, mas para atingir sustentabilidade, não.
  • Para Escola Sustentável, precisa de professor sustentável que deverá se dedicar integralmente, mas é difícil, principalmente por falta de incentivo financeiro;
  • Os gestores das escolas municipais são normalmente escolhidos por políticos, assim a escola sua direção fica comprometida e sem condições de decidir sem "autorização" do político envolvido. 
PARA REALMENTE EXISTIR A ESCOLA SUSTENTÁVEL É PRECISO:

-> Eleições diretas para direção com a participação da comunidade escolar e do em torno. 
-> Também, a questão salarial deve ser revista;
-> Escola é gente.

Assuntos a serem refletidos:
  • Conflitos, injustiça ambiental são tratados na escola?
  • Tem fala no currículo?
  • Há promoção de debate?

 Ser sustentável é da voz àqueles que não têm voz.
  • Escola sem racismo
Sonho - >Escolas Sustentáveis - Rodrigo Lamosa -> propostas 
->Escola Pública Laica de Qualidade

Projeto bom (forte) consegue passar pela crítica; projeto ruim (fraco) não passa pelas críticas;


 

PONTOS POSITIVOS MEC-> Identificar que escolas brasileiras precisam de reformas.
  • Reforma Curricular
  • Criatividade 
  • Respeitar as diferenças;
  • Gestão democrática.


















Cícera Maria
Coord. Prog. Escola Aberta -CEBS
2333-6565





quinta-feira, 18 de abril de 2013

JORNADA DA SUSTENTABILIDADE ESCOLA ABERTA - CEBS



Olá pessoal, está próximo o grande evento, heim?!

JORNADA DA SUSTENTABILIDADE ESCOLA ABERTA-CEBS será mais um evento promovido pelo programa escola aberta do colégio estadual brigadeiro schorcht. Esperamos compartilhar com todos as grandes ações que podem ser realizadas por qualquer um de nós em defesa ao meio ambiente.
Sendo nós parte deste meio ambiente, tudo que o afeta, naturalmente nos afeta, nos faz mal.
Precisamos cuidar mais da nossa vida, da nossa existência.
Falar em sustentabilidade é falar  em promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir.



Mas, afinal, o que é SUTENTABILIDADE? VOCÊ SABE O QUE É?



Nunca antes se ouviu falar tanto nessa palavra quanto nos dias atuais: Sustentabilidade. Mas, afinal de contas, o que é sustentabilidade?
Segundo a Wikipédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.
Mas você ainda pode pensar: “E que isso tudo pode significar na prática?”
Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade representa promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de ser implementado e, em muitos casos, economicamente inviável. No entanto, não é bem assim. Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.
Assim, as idéias de projetos empresariais que atendam aos parâmetros de sustentabilidade, começaram a multiplicar-se e a espalhar-se por vários lugares antes degradados do planeta. Muitas comunidades que antes viviam sofrendo com doenças de todo tipo; provocadas por indústrias poluidoras instaladas em suas vizinhanças viram sua qualidade de vida ser gradativamente recuperada e melhorada ao longo do desenvolvimento desses projetos sustentáveis. Da mesma forma, áreas que antes eram consideradas meramente extrativistas e que estavam condenadas ao extermínio por práticas predatórias, hoje tem uma grande chance de se recuperarem após a adoção de projetos de exploração com fundamentos sólidos na sustentabilidade e na viabilidade de uma exploração não predatória dos recursos disponíveis. Da mesma forma, cuidando para que o envolvimento das comunidades viventes nessas regiões seja total e que elas ganhem algo com isso; todos ganham e cuidam para que os projetos atinjam o sucesso esperado.

A exploração e a extração de recursos com mais eficiência e com a garantia da possibilidade de recuperação das áreas degradadas é a chave para que a sustentabilidade seja uma prática exitosa e aplicada com muito mais freqüência aos grandes empreendimentos. Preencher as necessidades humanas de recursos naturais e garantir a continuidade da biodiversidade local; além de manter, ou melhorar, a qualidade de vida das comunidades inclusas na área de extração desses recursos é um desafio permanente que deve ser vencido dia a dia. A seriedade e o acompanhamento das autoridades e entidades ambientais, bem como assegurar instrumentos fiscalizatórios e punitivos eficientes, darão ao conceito de sustentabilidade uma forma e um poder agregador de idéias e formador de opiniões ainda muito maior do que já existe nos dias atuais.
De uma forma simples, podemos afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada; é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações. Mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana.

Jornada da Sustentabilidade Escola Aberta - CEBS.



Cícera Maria






segunda-feira, 17 de setembro de 2012

DEVASTAÇÃO DA NATUREZA

SABEM DE ONDE SÃO ESTAS FOTOS? SÃO DA BARRA DE GUARATIBA.
ESTAS COISAS AÍ A ÁGUA, É ESGOTO IN NATURA JOGADO NAS ÁGUAS DO MANGUE DESTRUINDO TUDO.
COMO PODE HAVER VIDA AÍ?
E OS PEIXES, OS FRUTOS DO MAR, COMO RETIRAR DAÍ AQUILO QUE PRECISAM PARA SOBREVIVER... FALO DOS PESCADORES, FALO DOS CONSUMIDORES, DE NÓS MESMOS.
O QUE FAZER PARA RECUPERAR ISSO? TEM RECUPERÃÇÃO?
TEM ALGUMA PUNIÇÃO PARA OS RESPONSÁVEIS DESSA DEVASTAÇÃO? QUEM, OS MORADORES QUE VIVEM A BEIRA DESSE LOCAL? E O GOVERNO, QUE DEIXA SEMPRE ESSAS COISAS ACONTECEREM SEM NADA FAZEREM PARA IMPEDIR, PREVENIR...









CÍCERA MARIA