terça-feira, 20 de novembro de 2012

REFLEXÕES



O que posso fazer por você

Eu lhe dei a vida ,
mas não posso vivê-la por você .

Eu posso mostrar-lhe caminhos ,
mas não posso estar neles para liderar você .

Eu posso levá-lo à igreja
mas não posso fazer com que tenha fé .

Eu posso mostrar-lhe a diferença entre o
certo e o errado,
mas não posso sempre decidir por você .

Eu posso lhe comprar roupas bonitas,
mas não posso fazê-lo bonito por dentro .

Eu posso lhe dar conselho ,
mas não posso segui-lo por você .

Eu posso lhe dar amor ,
mas não posso impô-lo a você .

Eu posso ensiná-lo a compartilhar,
mas não posso fazê-lo generoso .

Eu posso ensinar-lhe o respeito ,
mas não posso forçá-lo a ser respeitoso .

Eu posso aconselhá-lo sobre amigos,
mas não posso escolhê-los por você .

Eu posso alertá-lo sobre sexo seguro,
mas não posso mantê-lo puro .

Eu posso informá-lo sobre álcool e drogas ,
mas não posso dizer "NÃO" por você .

Eu posso falar-lhe sobre o sucesso,
mas não posso alcançá-lo por você .

Eu posso ensiná-lo sobre a gentileza ,
mas não posso forçá-lo a ser gentil .

Eu posso orar por você,
mas não posso impor-lhe Deus .

Eu posso falar-lhe da vida,
mas não posso dar-lhe vida eterna .

Eu posso dar-lhe amor incondicional
por toda a minha  existência ,
 e isso eu farei .

Versão livre de "What I can"
de Nelly Paul Armstrong
 


NADA COMO O TEMPO

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!
Desconhecido
Senso de humor é o sentimento que
faz voce rir daquilo que o deixaria
louco de raiva se acontecesse a você.
Barão de Itararé

Não é que eu tenha medo de morrer. É que eu não quero estar lá na hora que isso acontecer.
Woody Allen

No Brasil, quando o feriado é religioso, até ateu comemora.
Jô Soares



cícera maria

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Beber e dirigir ...


 Assassino? Vítima? Idiota? 




Beber, dirigir, morrer – por uma lei seca baseada em evidências
Se você já tem uma opinião fechada sobre a “lei seca”, que nos proíbe de beber e dirigir, não precisa continuar lendo. As considerações a seguir são feitas para levantar algumas dúvidas que aparentemente não têm passado pela cabeça dos nossos legisladores, mas deveriam ser levadas em conta no projeto de reforma da lei que está em curso. Aliás, como não canso de dizer, deveríamos entrar em campanha permanente por uma Legislação Baseada em Evidências.
Enquanto a lei atual diz que é crime “Conduzir veículo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 (seis) decigramas”, há um projeto no senado que pretende criminalizar “qualquer concentração de álcool”. Visando o endurecimento da lei, o projeto prevê também não ser necessária a realização de testes, como o bafômetro, bastando quaisquer meios que “técnica ou cientificamente, permitam certificar o estado do condutor”, ou mesmo “mediante prova testemunhal, imagens, vídeos”. (A Câmara dos Deputados queira aliviar um pouco, estipulando sanções administrativas se os níveis forem abaixo de 6 e mantendo crime apenas se for acima disso).
Um parêntese: para facilitar a comparação com outros tempos e países, é preciso converter esses “6 de decigramas por litro” detectado no ar expirado (chamado Breath Alcohol Content – BrAC) em miligramas de álcool por decilitro de sangue, ou mg/dl (Blood Alcohol Content – BAC). A fórmula consagrada é BAC = 2100 x BrAC, o que quer dizer que o famoso “6″ da lei brasileira equivale aproximadamente a 120mg/dl de álcool no sangue. Fecha parênteses.
A história dos limites para beber e dirigir é paralela à história do tráfego urbano: no início do século XX começou a ficar claro que o álcool podia fazer da condução de veículos um risco inaceitável, e os parâmetros da proibição à época eram os sinais visíveis de embriaguez, como fala pastosa, incoordenação motora e desinibição ou agressividade. Foi a partir da década de 60 daquele século que iniciou-se a dissociação entre os sinais evidentes e a alcoolemia (nível de álcool no sangue), pois estudos indicavam que valores entre 50 e 100 mg/dl, embora não deixassem a maioria das pessoas bêbadas, já aumentava significativamente o risco de acidentes. Com o acúmulo de dados percebeu-se que a alcoolemia por si só não dizia muita coisa, sendo suas consequências diferentes conforme o sexo, a idade e a experiência dos motoristas. Assim, estima-se que 80mg/dl aumente em 9 vezes o risco de um acidente fatal em pessoas acima de 35 anos, mas eleve 34 vezes essa chance em homens com menos de 20 anos. Levando em conta tais nuances a maioria dos estados americanos, por exemplo, permite até 80mg/dl em adultos mas adota tolerância zero com menores de 21 anos. E conforme os estudos avançam mais se identificam alterações significativas com doses baixas de álcool: a capacidade de sustentar a chamada “atenção dividida”, fundamental para qualquer motorista, apresenta déficits a partir de meros 20mg/dl, e o aumento da probabilidade de um acidente é de 100% a partir de 50mg/dl (o que se atinge fácil com um único drinque). Quando estamos decidindo qual nível de álcool no sangue que vamos tolerar, portanto, estamos mesmo é escolhendo quanto aceitamos aumentar os riscos de mortes no trânsito.
A sociedade brasileira já decidiu não aceitar que ninguém beba nada antes de dirigir – não achamos que os goles valham os riscos. O que se discute agora é quanto um sujeito pode aumentar suas chances de provocar um acidente fatal para ser considerado criminoso (de acordo com os estudos, 120mg/dl – nível que o Senado quer zerar mas a Câmara quer manter – aumenta esse risco 196 vezes nos homens jovens).
Por fim, qual o valor das testemunhas ou outras provas para atestar a embriaguez? Infelizmente, mínimo. Os sinais inequívocos de bebedeira só começam a aparecer a partir de 150 mg/dl em média. Mesmo policiais e barmen erram 75% das vezes ao estimar a alcoolemia só pela observação. Ou seja, saber se alguém bebeu só de olhar é muito difícil, e mesmo que a pessoa esteja no criminoso nível de 120mg/dl isso pode tranquilamente não ser identificável a não ser por exames. Quer dizer que tentar resolver o problema da recusa ao bafômetro substituindo o teste por testemunhos, imagens ou vídeos não alivia muita coisa, pois o sujeito pode ser um enorme risco sem que isso seja notado. Não vi ninguém levantar essa lebre ainda, mas o código civil diz que a recusa a submeter-se a perícia pode “suprir a prova que se pretendia obter com o exame” – será que esse princípio não poderia valer para a lei seca?
Como disse, apresento aqui muito mais problemas do que soluções. Mas só iremos encontrar respostas precisas se soubermos as perguntas pertinentes, o que, me parece, tem faltado nesse debate.
ResearchBlogging.org
Brick, J., & Erickson, C. (2009). Intoxication Is Not Always Visible: An Unrecognized Prevention Challenge Alcoholism: Clinical and Experimental Research, 33 (9), 1489-1507 DOI: 
10.1111/j.1530-0277.2009.00979.x 




O álcool prejudica o desempenho em vários campos, desde a simples reação e coordenação de atividades "olho-mão", até as tarefas relacionadas a julgamento ou habilidade de desempenhar várias tarefas simultaneamente. Tarefas que necessitam atenção dividida (como observar o tráfego e a mudança de sinal ao mesmo tempo) são as mais sensíveis aos efeitos do álcool. Prejuízo dessas habilidades têm sido observados em nível de álcool no sangue de, 0.02% - um nível de álcool no sangue menor que essa ocorre depois da ingestão de uma “dose padrão” para muitas pessoas. Quanto mais a pessoa bebe, mais certeza ela terá de que pode beber e dirigir.

  Um estudo recente documentou que de 238 pessoas recebendo tratamento para o abuso de álcool, juntas, descreveram mais de 24 mil ocasiões em que beberam e dirigiram, no ano anterior. Em relação ao uso de álcool e outras drogas, a probabilidade de acidentes à noite, é maior (8 da noite – 4 da manhã) comparando com acidentes durante o dia (4 da manhã – 8 da noite).








RESPNSABILIDADE, AMOR PRÓRPRIO E PELOS OUTROS
AMOR A SUA VIDA
HÁ UMA ESCOLA: VOCÊ BEEU UM COPO DE QUALQUER BEBIDA, CERVEJA, VIINHO, UÍSQUE, CONHAQUE, ETC... 
NÃO SAIA DIRIGINDO, VÁ DE TAXI, VAN, ÔNIBUS, A PÉ...
SE VOCÊ QUER MORRER, QUE O FAÇA SOZINHO, NÃO COLOQUE OUTRAS PESSOAS EM RISCO.
QUANDO VOCE BEBE E DIRIGE, É ISSO QUE VOCÊ FAZ, PÕE OUTROS EM RISCO.


ISSO É CRIME, SE VOCÊ NÃO MORRER, PODERÁ SER PROCESSADO, PERDER SUA HABILITAÇÃO, SER PRESO. AFINAL, VOCÊ ASSUMIU O RISCO DE MATAR.




CÍCERA MARIA

















domingo, 11 de novembro de 2012

MORRE MARCOS PAULO


Artistas usaram as redes sociais para lamentar a morte do ator e diretor Marcos Paulo. Ele morreu na noite deste domingo (11), de embolia pulmonar, o ator e diretor Marcos Paulo. Ele tinha 61 anos. Em agosto do ano passado ele passou por cirurgia para remover um tumor no esôfago. Glória Perez, autora de novelas, publicou em seu perfil um link para uma matéria sobre a morte de Marcos Paulo e afirmou que estava "triste" com a notícia.
A atriz Fernanda Paes Leme foi uma das primeiras a recorrer ao Twitter: "RIP Marcos Paulo!! Tão jovem...me dirigiu em Desejo Proibido! Sentirei saudades! Força querida Antonia e família! Triste!", disse ela aos seus seguidores na noite deste domingo (11). A também atriz Fernanda Souza usou seu perfil para desejar "toda paz do mundo nesse momento difícil" à atriz Antonia Fontenelle, companheira do ator, e a Giulia, filha dele com a atriz Flávia Alessandra "Descanse em paz, Marcos Paulo", finalizou Fernanda.
José de Abreu afirmou, em seu perfil pessoal, que estava "chocado" com a notícia. "Tava ótimo, teve uma embolia pulmorar. RIPMarquinho", escreveu ele. Já Luana Piovani comentou com um de seus seguidores que estava surpresa com a notícia.
A cantora Claudia Leitte contou, em seu perfil oficial no Twitter, que já havia trabalhado sob a direção de Marcos Paulo. "Tive o prazer de trabalhar algumas vezes sob sua direção! Estava me preparando p/ revê-lo no show da virada...", afirmou ela, que, em seguida, desejou que o ator descansasse em paz e disse que "Deus sabe de todas as coisas.
"Gente! Que triste a morte do Marcos Paulo. Muito triste. Muita luz pra família!", comentou a atriz Giovanna Antonelli.
A cantora Preta Gil também foi às redes sociais comentar a notícia. "Muito triste com a perda de Marcos Paulo, um homem digno, talentoso, grande pai, avô, marido, descanse em paz e força para a familia", afirmou.
Câncer
Marcos Paulo havia sido diagnosticado com câncer em maio de 2011. Segundo comunicado da Central Globo de Comunicação divulgado na época, o diretor havia descoberto o tumor precocemente em exames de rotina e tinha dado início ao tratamento em seguida.
De acordo com o portal Memória Globo, Marcos Paulo Simões nasceu em São Paulo, em 1º de março de 1951, e foi criado no bairro do Bixiga. Ele era filho adotivo do ator e diretor Vicente Sesso, o que lhe garantiu contato precoce com a TV.

Sua primeira novela foi “O morro dos ventos uivantes”, da TV Exclesior, em 1967 – ele tinha 16 anos. Passou ainda pela Record e pela Bandeirantes antes de ir para a TV Globo, em 1970. Na Globo, atuou em dezenas de novelas, com destaque para a primeira versão de “Gabriela”, “Tieta” e “Páginas da Vida”.
Seu primeiro trabalho como diretor foi na novela “Dancin’ Days”, de 1978. Seu principal trabalho como diretor de novelas foi em “Roque Santeiro”, de 1985. No cinema, seu único trabalho como diretor foi em “Assalto ao Banco Central”, de 2010.
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CÍCERA MARIA




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Terapia Propõe Cura Pela Conexão com o Universo

Pouco Conhecida no Brasil, Terapia Propõe Cura Pela Conexão com o Universo
A Cura Re-conectiva, iniciada pelo doutor em quiroprática Eric Pearl nos Estados Unidos há quase 20 anos, começa a ganhar visibilidade no Brasil.
A prática consiste em promover o contato das pessoas que buscam a cura para problemas físicos, mentais ou emocionais com “frequências eletromagnéticas, compostas de luz, informação e energia”. “Quando entramos em harmonia com estas frequências, nosso organismo as incorpora e volta ao seu estado de equilíbrio natural.
Qualquer pessoa pode se beneficiar da Cura Reconectiva. Não é privilégio de ninguém.
O nosso papel, como profissionais, é de abrir as portas para esta conexão. Não somos os responsáveis pela cura”, diz Pearl. Segundo ele, estas frequências são produzidas naturalmente pelo universo desde os tempos ancestrais. Daí a “reconexão”. Pearl acaba de lançar no Brasil o seu best-seller "A Reconexão: cure os outros, cure a si mesmo" (Ed. Pensamento) e desembarca em São Paulo para conduzir o primeiro seminário sobre o tema no país, de 8 a 13 de novembro. Para os praticantes, a Cura Reconectiva não é uma terapia, pois não são feitos diagnósticos nem indicações de tratamento.
Cada pessoa passa, no máximo, por três sessões, que podem ser repetidas se o cliente desejar. O atendimento é presencial ou à distância. No primeiro caso, o profissional habilitado geralmente se movimenta ao redor do cliente, que fica deitado numa maca, e manipula sutilmente correntes de energia invisíveis acima do seu corpo, como descreve Pearl ao ensinar o método em seu livro. Em geral, não há contato, nem posturas específicas.
Não precisa de técnicas complicadas, tambores ou mantras”, costuma dizer o quiroprático. A sessão dura cerca de 30 minutos. Para o atendimento à distância, marca-se um horário para que o praticante e o cliente entrem em contato com as frequências eletromagnéticas. “Foi assim que atendi o meu primeiro caso, de um vizinho que havia sofrido um acidente de moto e teria que amputar as pernas”, conta Karla Kinhirin, uma dos 16 profissionais brasileiros habilitados a fazer a Cura Reconectiva. “Acessei as frequências e o rapaz disse ter tido a sensação de que um ímã o sugou e o trouxe de volta. Ele não perdeu as pernas, fez dois anos de fisioterapia e hoje caminha normalmente”, acrescenta. “Aliás, a pessoa nem precisa estar consciente.
Pode até estar em coma, que as frequências vão agir”. Segundo os relatos de Pearl, as pessoas apresentam sensações e reações diversas durante a sessão: frio, calor, movimentos involuntários de mãos, pernas e olhos, relaxamento profundo e até a visão de anjos.
O quiroprático cita casos de cura de problemas crônicos de coluna, fadiga crônica e até mesmo de câncer, entre vários outros. Kinhirin observa que a cura é para a causa do problema e não para o sintoma. “Portanto, se a pessoa chega com dor de cabeça, não sabemos que resultado ela terá. Se o problema do indivíduo é aprender a amar, a cura se dirigirá para isso”. Ela comenta também que, uma vez acessadas, as frequências da Cura Reconectiva “são suas para sempre, pois suas moléculas passam a reconhecê-la”.
Pearl reforça: “A cura tende a ser instantânea e durar a vida toda”. Entretanto, ressalvam que o cliente não deve abandonar os tratamentos médicos convencionais. A sessão tem um preço fixo em qualquer parte do mundo: US$ 333,00, convertidos para a moeda local. “Traz a vibração dos três números e é suficiente para que as pessoas deem valor ao atendimento”, afirma Pearl.
Os praticantes devem ser habilitados pelos seminários da sua empresa, The Reconnection LLC, realizados em mais de 60 países. Hoje, há cerca de 70 mil profissionais no mundo. Durante 12 anos, Pearl teve uma clínica de quiroprática bem sucedida em Los Angeles. Passava por uma crise pessoal quando, depois de muita insistência da sua assistente, consultou uma cigana judia que lia cartas na praia.
 Ela o identificou como curador e lhe ofereceu um “trabalho especial” que conectaria seu corpo “às redes do planeta, das às estrelas e de outros planetas”. Mesmo absolutamente descrente e se sentindo ridículo, ele se submeteu à sessão e começou a ter sensações físicas diferentes a partir daquela noite.
 Depois da experiência, seus pacientes do consultório de quiroprática passaram a relatar as mais diferentes sensações durante o atendimento, melhorando significativamente, segundo Pearl.
A sessão realizada pela cigana, que passou a ser feita por Pearl e também é ensinada aos praticantes, foi batizada de Reconexão. Pearl detalha a técnica: consiste em reconectar as chamadas linhas axiatonais (sistema paralelo ao dos meridianos da acupuntura e ao sistema tridimensional circulatório) aos meridianos da malha energética do planeta e do Universo. A Cura Reconectiva tem sido tema de estudos e experimentos de vários pesquisadores.
Um deles, Gary Schwartz, professor de psicologia, medicina, neurologia e psiquiatria da Universidade do Arizona, afirma que a energia da Cura Reconectiva é “real, detectável e mensurável”. Pearl conta que os pesquisadores alemães Fritz Albert Popp e Alexander Popp constataram o aumento do processamento de informações do cérebro dos praticantes, medido durante o sono, o período em que estão acordados e durante o atendimento a clientes.
O quiroprático ministrou uma aula para alunos de especialização em cuidados integrativos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em agosto. O curso investiga novos métodos terapêuticos e educacionais não convencionais, considerando o corpo, a mente e o espírito.
"Na nossa visão, como ouvintes, o método do professor ainda é muito subjetivo, pois é baseado apenas na sua experiência pessoal e no relato de poucos casos. Há necessidade de maior sustentação teórica e epistemológica, a fim de validar o método como terapêutica eficiente e segura aos pacientes", afirma Sissy Fontes, professora doutora e coordenadora do curso no Departamento de neurologia e neurocirurgia da universidade.
Ela acrescenta que estudos com métodos adequados, qualitativos ou fenomenológicos, “podem auxiliar na investigação do método, a fim de comprovar seus reais efeitos". Para o Center for Inquiry, instituição norte-americana sem fins lucrativos voltada para a promoção da ciência, os depoimentos de pessoas, “incluindo alguns médicos”, no livro e no site do quiroprático usam expressões como “frequências vibracionais de cura” que “soam científicas” e “parecem muito impressionantes para leigos e para os doentes e desesperados”.
Segundo Benjamin Radford, do Committee for Skeptical Inquiry da entidade, “esta é a clássica pseudociência que não tem base na medicina ou na realidade”.
Fonte: Uol Saúde



CÍCERA MARIA

Núcleo de Arte de Jacarepaguá é atração artística do Seminário de Educação do SEPE

Núcleo de Arte de Jacarepaguá é atração artística do Seminário de Educação do SEPE

O Núcleo de Arte Silveira Sampaio, em parceria com o Ponto de Cultura Circuito de Dança, levará um fragmento do espetáculo “Criação Imperfeita”, inspirado no livro de mesmo nome, do físico Marcelo Gleiser, ao Seminário de Educação do SEPE, no próximo dia 17, no ISERJ. O Núcleo de Arte, integrante do programa de extensibilidade da rede municipal de ensino, realiza um trabalho de vinte anos na comunidade de Curicica e arredores, cuja qualidade possibilitou a formação da Cia de Arte Cadê e seu Ponto de Cultura.

Veja a programação do Seminário:

17/10 (4ª feira)
Local: ISERJ
Horário: 8 h - credenciamento
9 às 12h - Mesa de Abertura: "A Educação Pública no Rio de Janeiro: avaliando caminhos e perspectivas."
Convidados : Gaudêncio Frigotto (UERJ); Mônica Lins (Cap UERJ) e um Representante da SME.
12 às 13h - Almoço.
13 h - Apresentação Artística dos alunos do N.A. Silveira Sampaio
13 h e 30 min às 16h - Oficinas e Grupos de Trabalho
- Oficina: Educação Infantil - Convidado: Luis Fernando de Souza (Professor de Teatro da Creche da Fiocruz);
- Oficina: Alfabetização e Letramento;
- GT: Gestão Democrática;
- GT: Prática Docente: Projetos versus Autonomia Pedagógica;
- Condições de Trabalho e Saúde do Trabalhador - Fiocruz;
- 17 h - Plenária Final.
ABONO DE PONTO CONFIRMADO PELA SME (aguardando a publicação);
INSCRIÇÕES LIVRES NO LOCAL
20/10 (sábado) - Seminário de Formação;
Palestrante confirmado: Profº Marcos Pinheiro Barreto - Vice-Diretor da Faculdade de Educação da UFF.
A partir das 9h no ISERJ (em breve estaremos divulgando a programação completa).


professora: Zezé




cícera maria

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Descoberta de Vírus que Atua Sobre a Esclerose Múltipla Leva ao Desenvolvimento de Medicamentos

Pesquisadores descobriram a influência de um vírus específico para o desencadeamento da esclerose múltipla e com isto, abrem-se novas possibilidades para o tratamento. Para chegarem a esta conclusão, a neuroimunologista Ute-Christiane Meier da Universidade Queen Mary de Londres e sua equipe analisaram o cérebro de pessoas mortas, diagnosticadas ou não com esclerose.
Eles descobriraram que o vírus Epstein-Barr (EBV) havia liberado pequenas moléculas de ácido ribonucleico (ARN) - responsável pela produção de proteínas que formam a cápsula e replicação do vírus - em áreas cerebrais de quase todas as pessoas afetadas pela doença. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Neurology.
Mais de 30 mil brasileiros sofrem com a doença – que acomete principalmente mulheres entre 20 e 50 anos, além do crescente diagnóstico entre adolescents e crianças, segundo estimativa da Associação Brasileira de Esclerose Múltipla. A doença compromete o sistema nervoso central (SNC) constituído pelo cérebro, cerebelo, tronco encefálico e medula espinhal, causando um processo inflamatório que culmina no acúmulo de incapacitações neurológicas. Apesar de não existir cura até o momento, há cuidados que amenizam seus sintomas.
Ute-Christiane diz que o EBV é um vírus difícil de combater, quando fica impossibilitado de crescer e se espalhar, ele pode se esconder entre as células do sistema imunológico e desencadear a febre glandular. Ela e sua equipe pretendem investigar de que forma o vírus é levado por células do sistema imunológico ao sistema nervoso central, onde ocorre o ataque ao organismo, e já trabalham no desenvolvimento de medicamentos anti-virais para combatê-lo.
A cientista acredita que a descoberta traz grandes avanços para o tratamento e até mesmo chances de prevenção. “É preciso ter cautela, mas futuros estudos poderão revelar a relação causal entre o microrganismo Epstein-Barr e a esclerose múltipla, tornando possível alterar o curso da doença ou impedir a ação do vírus”, diz Ute-Christiane.



CONHECENDO A Esclerose múltipla



Esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica, provavelmente autoimune. Por motivos genéticos ou ambientais, na esclerose múltipla, o sistema imunológico começa a agredir a bainha de mielina (capa que envolve todos os axônios) que recobre os neurônios e isso compromete a função do sistema nervoso. A característica mais importante da esclerose múltipla é a imprevisibilidade dos surtos.
Em geral, a doença acomete pessoas jovens, entre 20 e 30 anos, e provoca dificuldades motoras e sensitivas.
Não se conhecem ainda as causas da doença. Sabe-se, porém, que a evolução difere de uma pessoa para outra e que é mais comum nas mulheres e nos indivíduos de pele branca que vivem em zonas temperadas.
O diagnóstico é basicamente clínico, complementado por exames de imagem, por exemplo, a ressonância magnética.
Sintomas
A fase inicial da esclerose múltipla é bastante sutil. Os sintomas são transitórios, podem ocorrer a qualquer momento e duram aproximadamente uma semana.
Tais características fazem com que o paciente não dê importância às primeiras manifestações da doença que é remitente-recorrente, ou seja, os sintomas vão e voltam independentemente do tratamento.
A pessoa pode passar dois ou três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos, pequenas turvações da visão ou pequenas alterações no controle da urina sem dar importância a esses sinais, porque, depois de alguns dias eles desaparecem. Com a evolução do quadro, aparecem sintomas sensitivos, motores e cerebelares de
maior magnitude representados por fraqueza, entorpecimento ou formigamento nas pernas ou de um lado do corpo, diplopia (visão dupla) ou perda visual prolongada, desequilíbrio, tremor e descontrole dos esfíncteres.
Tratamento
Uma vez confirmado o diagnóstico de esclerose múltipla, uma doença inflamatória desmielizante, com manifestação remitente-recorrente, o tratamento tem dois objetivos principais: abreviar a fase aguda e tentar aumentar o intervalo entre um surto e outro. No primeiro caso, os corticosteroides são drogas úteis para reduzir a intensidade dos surtos. No segundo, os imunossupressores e imunomoduladores ajudam a espaçar os episódios de recorrência e o impacto negativo que provocam na vida dos portadores de esclerose múltipla, já que é quase impossível eliminá-los com os tratamentos atuais.
Recomendações
* Embora não altere a evolução da doença, é importante manter a prática de exercícios físicos;
* Quando os movimentos estão comprometidos, a fisioterapia ajuda a reformular o ato motor, dando ênfase à contração dos músculos ainda preservados;
* O tratamento fisioterápico associado a determinados remédios ajuda também a reeducar o controle dos esfíncteres;
* Nas crises agudas da doença, é aconselhável o paciente permanecer em repouso.







CÍCERA MARIA




Clara Nunes_ Canto das três raças




Caldeirao de Culturas - Brasil- Festa da Consciência Negra.


Venham... MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA - Dias 13, 14, 21,22,23 e 24 de novembro- Dia da Festa!



ARTIGO ENCONTRADO NO SITE: http://jornaldedebates.uol.com.br/debate/dia-consciencia-negra-que-falta-para-superar-preco/artigo/importancia-dia-consciencia-negra/1

DE: Ricardo Barros

A importância do Dia da Consciência Negra

A Lei 10.639, de 9 de janeiro de 2003 instituiu o Dia da Consciência Negra no calendário como a data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma Lei também tornou obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira e Africana nas escolas públicas e particulares.
A escolha desta data não foi por acaso: no dia 20 de novembro de 1695, Zumbi, líder do quilombo de Palmares foi morto numa emboscada na Serra Dois Irmãos, em Pernambuco, comandada pelo bandeirante paulista Domingos Jorge Velho. Zumbi era um exímio estrategista militar e havia sido educado pelos padres católicos quando foi resgatado ainda recém nascido na primeira tentativa de destruição do Quilombo de Palmares.
Comemorar então, o Dia da Consciência Negra nesta data é uma forma de manter viva em nossa memória as lutas do povo negro e a figura de Zumbi de Palmares, herói do povo no Brasil. Não somente a imagem do líder que Zumbi possuía, mas também sua importância na luta para o fim da escravidão e pela melhoria das condições de vida para o povo no país.
Após muitos anos, ainda no século XIX, a Princesa Isabel, durante uma viagem de seu pai, o Imperador Dom Pedro II resolve assinar a Lei Áurea, libertando definitivamente os escravos no Brasil. Muito tempo se passou e somos forçados a admitir que o preconceito contra o negro ainda é muito grande e que a escravidão infelizmente é uma realidade em várias partes do país.
Será que há o que se comemorar? Essa é uma questão que vale uma reflexão. Se não há o que se comemorar há o que se rememorar e dizer que a luta dos negros por condições dignas de existência deve continuar no Brasil por muitos e muitos anos e essa data serve como um símbolo para que reflitamos sobre a questão senão todos os dias, pelo menos no 20 de novembro.

Cícera Maria